Domingo, 13 de Março de 2011

Ouvir, sem ideias pré-concebidas, esta entrevista.

Esta é a proposta.

Fica a sugestão para todos aqueles que, como eu, acreditam que são as "minorias que fazem avançar o mundo" (L.A) e que hão de ser elas que desbravam o caminho para que todos os outros também queiram avançar.

Porque, não o esqueçamos, fazemos todos parte do problema, pois que sejamos então parte da solução.

Se mais não serviram as Manifestações de ontem e estas cantigas de intervenção dos Homens da Luta (brejeiras, concedo), pelo menos colocaram a discussão na rua (e nos média) e desinstalaram muitos que julgavam que já não tinham um contributo a dar.

Pessoalmente, eu que sempre fui uma habitué deste tipo de manifestações cívicas, tive muito orgulho do meu contributo e, nem de longe, o considero inútil ou estéril...

As grandes alterações começam sempre pelo primeiro passo, pelo conhecimento de que  todos nós contamos, e pelo contributo de cada um à sua medida, na certeza de que não podemos ser continuamente ignorados...

Veremos aonde isto nos leva.

”Onde há vontade não falta caminho.”
[J.R.R.Tolkien]

Pessoalmente, acredito que o caminho só pode ser para cima.

 



publicado por Marta M às 16:28
Jorge, por uma questão de tempo:
Respondendo aqui e a este teu post (http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/271525.html)

Jorge:
Percebo o que diz sobre a mensagem do Jel ser apenas o retomar de um discurso conhecido e já testado por aí..Mas ser absolutamente original hoje em dia em que as declarações e os meios para o fazer se multiplicam, pois tornou-se imensamente difícil.
Se é verdade que ele não sai muito do "guião" e do politicamente correcto, também tudo o que disse não se tornou menos verdade por ser dito por ele...Ou por ter sido sublinhado novamente.
O facto de ter introduzido a entrevista no post, prendeu-se em muito a que se percebesse que, sendo a cantiga uma arma (e neste caso, foi, gostemos ou não do género) esta serviu o propósito de mobilizar e de despertar muitos que, de outra forma, nem dariam pela manif...E também mostrar que eles (ele, em particular) não são apenas aquele personagem que se conhece.
Continuo apensar que todas as ajudas e todas as formas de mobilização limpas servem a causa.
Mas isso sou eu a pensar alto na minha função de optimista de serviço ;)
Ainda acredito neste país - que hei de fazer?
Abraço
Marta M
(
Marta M a 15 de Março de 2011 às 14:54

Vejo o mundo, somo o que me acontece, vejo os outros, as minhas circunstâncias....Escolho caminhos e vou tentando ver o "lugar" dos outros
Afinal quem penso que sou..
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Aviso:
As imagens que ilustram alguns posts resultam de pesquisas no google, se existir algum direito sobre elas, por favor,faça-me saber. Obrigada.
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