Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

Crise, crise, crise...

Pois não se fala de outra coisa e quase todos, com pouquíssimas excepções, a sentimos, não é?

Mas amigos, já repararam como as coisas importantes são tão baratas?

Eu tenho cortado por onde posso e feito os ajustes criativos que me ocorrem de forma a contornar a situação...E tentando manter o essencial da nossa qualidade de vida, cortando no acessório que,  verdade seja dita, nem nos fazia assim tanta falta como outras coisas..

As receitas culinárias tornam-se mais inventivas e tenho visto a arca frigorífica ir-se esvaziando de conteúdos e géneros que antes andavam por lá esquecidos e desprezados durante meses. Agora não, tudo pode e deve ser aproveitado.

Engraçado tem sido também o constatar como os menus se têm tornado mais saudáveis e o supérfluo e as gulodices tem sido diminuídas com ganhos para todos.

Embora seja verdade que convencer os meus filhos não tem sido tarefa fácil no que concerne a chocolates, doces ou snacks...Mas lá vamos fazendo caminho nessa área ;)

Até roupas e livros têm sofrido uma reciclagem e uma nova investida, o que me permitiu reler apontamentos e anotações feitos nos meus livros há anos, e perceber nesse exercício o quanto já caminhei desde que os fiz...

Tudo isto o devo, estranhamente, à crise.

Hoje, procurando vídeos no fundo de "armário" do meu computador para preparar uma aula, encontrei este vídeo da Greenpeace.org e percebi que nestes tempos de crise, esta mensagem, apesar de ter mais de 3 anos, pois...

Faz cada vez mais sentido.

E ajuda a ultrapassar este tempo que, gostemos ou não, temos que integrar nas nossas vidas.

Engraçado como a crise e a necessidade de racionalizar com rigor, também pode levar a boas práticas...

E a levar-nos a distinguir honestamente entre o que nos apetece e o que realmente precisamos.

;)



publicado por Marta M às 18:48
Olá, Marta!
Afinal o que será importante para as nossas vidas?
O mais importante de tudo é deixarmos de sermos influenciáveis de tudo aquilo que nos rodeia, e passarmos a viver com o mínimo nacional, agora situado nos 475 Euros.
Apartamento ou quarto. Electruicidade, água e gaz. Alimentação confeccionada em casa. Roupas das mais baratas compradas nos saldos do Continente. Sapatos idem aspas. Passe social em vez da maldita esponja que é o automóvel «prestação, combustivel, seguro obrigatório, sêlo, inspecções, oficina. Abolir o tabaco, Abolir os cafés, abolir os vinhos, abolir os uisques, abolir a frequencia nos cafés, abolir idas ao cinema e aos teatros, abolir jornais e revistas, abolir a compra de livros, mas frequentar bliotecas públicas. Abolir os passeios de fim-de-semana. Abolir férias fora de casa. Abolir os cartões de crédito. Optar pela frugalidade perfeita, e sem qualquer esforço, ou seja, ser inteligentemente frugal.
Aprender a comprar nas grandes superficies utilizando os catões onde se vão acumulando os descontos que darão um jeitão no fim do ano, ou nalgum mes de aperto...
Há quem ache isto uma autentica despersonalização...?
A estes direi apenas: Então são uns ricos consumistas, porque até os ricos de verdade também sabem, muitissimo bem, onde cortar no supérfluo, para que não existam sobejos caros.
É tudo uma questão de predisposição inteligente!
O importante é querer saber optar por viver barato...!
Abraço
Marcolino
Marcolino a 27 de Fevereiro de 2011 às 22:26

Marcolino:
Revejo-me na listagem que refere.
E embora sempre tenha sido controlada nos meus gastos e ensinado os meus a o serem também, foi preciso rever estratégias e ir mais fundo em alguns casos.
É um trabalho que faz crescer, tem razão.
Abraçoe a obrigada pelo seu comentário :)
Marta M
Marta M a 3 de Março de 2011 às 21:58

Vejo o mundo, somo o que me acontece, vejo os outros, as minhas circunstâncias....Escolho caminhos e vou tentando ver o "lugar" dos outros
Afinal quem penso que sou..
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As imagens que ilustram alguns posts resultam de pesquisas no google, se existir algum direito sobre elas, por favor,faça-me saber. Obrigada.
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