Quarta-feira, 07 de Abril de 2010
Respostas...
(legendas em português disponíveis -subtitles)
 
 
Será este o segredo que permite chegar à felicidade?
Será esta a resposta?
Este cobiçado tesouro procurado desde tempos imemoriais, por gerações de homens e mulheres, por caminhos variados e a cada dia mais inventivos, recebe agora o contributo da ciência, ou melhor da Neurociência, que testou e analisou a partir da evidências monitorizáveis no cérebro, os "mecanismos" cerebrais do monge budista Matthieu Ricard, analisando  as reacções neurológicas (dele e de outros)   que se experimentam quando vivenciamos sensações de bem - estar (felicidade?). E, neste exercício, tentar perceber quais os mecanismos pelos quais este homem consegue obter níveis de evidência  de bem-estar em doses tão mais altas que a maioria dos mortais. Níveis esses, associados a sentimentos positivos que ele evidencia de forma quase permanente, como aqueles que ocorrem na sequencia de acontecimentos ou actividades que nos proporcionam prazer, mas que, na sua mente, permanecem evidentes e verificáveis, mesmo quando a vida não lhe corre exactamente como deseja.
Como se este Monge tivessse atingido um nível de paz estrutural que nenhuma conjuntura desfavorável consegue subverter totalmente....
A notícia do Diário de Notícias não sendo recente, já o  referiu, o Jornal também fez eco dela há pouco, a minha  amiga Zilda Cardoso voltou agora a falar do tema, quando alertou para a conferência que Matthieu Ricard, monge budista sujeito ao citado estudo neurológico, fez no Porto em Março - Aproveito para relembrar que o fará em Lisboa, novamente, em fins de Maio.
A conclusão mais extraordinária, para além das inegáveis e esperançosas evidências científicas que encontrei nesta nesta notícia, foi esta:
 "onde mostrou que o monge budista francês conseguiu um equilíbrio entre emoções positivas e negativas jamais visto num ser humano, com desvio para as positivas (entusiasmo, alegria) que anulava as negativas (medo, ansiedade). A conclusão deste estudo de Adam Engle é semelhante: o cérebro não é estável, ele pode mudar"
Bem, esta possibilidade (real) de podermos treinar o nosso cérebro (e coração?) para o bem estar e a felicidade, fascina-me.
Fascina-me também que as práticas de meditação, de relaxamento, de escuta atenta do nosso eu primordial, e da procura da paz interior ocupem os ciêntistas, os jornais, as notícias, as conversas e um número cada vez maior de pessoas apostadas em melhorar-se  e, em conjunto, contribuírem para o bem estar geral.
 Na sala da minha amiga Manu (Cantinho da Manu ) , por uma daquelas coincidências (?) orientadoras com as quais cada vez me deparo mais, encontrei, ou melhor reencontrei, o livro "A Profecia Celestina" e as suas nove revelações que, uma vez lidas, entendidas e levadas à prática (processo ainda em curso em mim...) permitem um grau de lucidez que ajuda a entender e a fazer o caminho.
O nosso e a "facilitar" o caminho dos outros.
Na mesma semana, a propósito de uma crise familiar, a minha cunhada (estudiosa destas temáticas) falou-me deste mestre e de parte da sua aparentemente simples, mas transformadora forma de viver...
Porque tudo me parece interligado, somei todos este acontecimentos recentes e procurei dar-lhes um sentido comum orientador...
Ainda estou neste processo e, como disponho de um pouco mais de tempo até 5ªf, tenho lido muito e meditado mais...
Prometo partilhar quando conseguir fazer uma síntese inteligível ;)
Fecho com uma citação da "Profecia Celestina":
"(...) parecia termo-nos apercebido de que se queríamos mesmo abrir-nos e centrarmos a nossa atenção no nosso potencial inexplorado como seres humanos, o que havia a fazer não era um grupo dizer a outro que devia mudar, numa tentativa de forçar a evolução social. Tinha que ver  com cada pessoa olhar para dentro de si, transformar-se por dentro e, depois pelo efeito colectivo, transformar a sociedade".
 
Ando por aqui a tentar fazer a minha parte ....


publicado por Marta M às 14:45
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Vejo o mundo, somo o que me acontece, vejo os outros, as minhas circunstâncias....Escolho caminhos e vou tentando ver o "lugar" dos outros
Afinal quem penso que sou..
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As imagens que ilustram alguns posts resultam de pesquisas no google, se existir algum direito sobre elas, por favor,faça-me saber. Obrigada.
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